É tentador, não é? Tomar o crédito quando as coisas vão bem, desviar a culpa quando não?
É uma resposta natural do ser humano, mas os bons líderes aprendem a evitar a tentação de culpar os outros ou de roubar o crédito de quem de direito.
Queremos ser reconhecidos pelo nosso esforço e realizações, mas resistimos a ser responsabilizados quando as coisas não vão bem.
Isto leva a uma rotina de imputar culpa e receber crédito que é muito prejudicial à empresa e ao relacionamento interno.
Os líderes mais bem-sucedidos são capazes de avaliar o seu papel no jogo de culpabilidade, admitir erros e se concentrar na correção, ao invés de culpar.
A maioria das pessoas pensa que tomar crédito ou culpar os outros são efeitos colaterais dos problemas e personalidades no trabalho. O resultado desta atitude é o impacto que isto causa na organização.
O impacto, porém, não é apenas organizacional, é, principalmente, o impacto sobre a sua carreira que você deveria considerar.
A forma como o crédito e a culpa são distribuídos afeta de forma significativa o sucesso ou a queda de sua carreira. Ajuda, também, determinar se os membros da sua equipe tomarão o crédito de outros ou buscarão um bode expiatório.
A perpetuação de um ciclo vicioso, entre o roubo dos louros e a criação de bodes expiatórios, gera uma cultura oranizacional de luta constante, a criação de sistemas de proteção e aversão ao risco, com graves consequências para a resolução de problemas, para a inovação e para o sucesso.
Extraído do Jornal Gestão de Carreira, volume 5 - número 2, março/abril de 2011. Http://www.meumentor.com.br
Extraído do Jornal Gestão de Carreira, volume 5 - número 2, março/abril de 2011. Http://www.meumentor.com.br
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