Quando uma pessoa trabalha sem gostar do que faz, isso se revela na qualidade do serviço e na visão que as pessoas têm da sua eficácia e compromisso com o trabalho.
Em outras palavras, se você não gosta do que faz, provavelmente, continuará a fazê-lo por muito tempo, pois não será valorizado e promovido.
Por outro lado, se você gosta do que faz, você trabalha satisfeito, com carinho, com atenção e produz com maior qualidade. As pessoas ao seu redor percebem e valorizam o seu trabalho e as chances de ser promovido aumentam, exponencialmente.
Quando você entra em qualquer local de trabalho repara-se, facilmente, quem está lá fazendo o que gosta e quem está lá por obrigação. Preste atenção nas reações dos funcionários na próxima vez que for a um supermercado, loja de departamentos e até na padaria da esquina.
É fácil verificar quem está feliz com o que faz. Veja, também, como reage diferentemente uma pessoa que trabalha feliz de uma que trabalha acomodadamente.
Se você consegue identificá-los apenas observando, imagine como a empresa está vendo estes funcionários e os que terão chances de promoção.
Trabalhar sem gostar do que faz é o mesmo que estar cavando a própria sepultura. Se você não consegue se realizar naquilo que faz, não deveria estar onde está, pois todos perceberão a sua infelicidade ou acomodação com a situação.
É preferível aceitar uma posição com menor rendimento, fazendo aquilo que você realmente gosta, pois, a longo prazo, a chance de você ter sucesso e ser promovido é muito maior.
Faça o que gosta e todos gostarão do que você faz.
Extraído do Jornal Gestão de Carreira, volume 5 - número 2, março/abril de 2011. Http://www.meumentor.com.br
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